Apresentei meu objeto (um tablet) como um
símbolo de conectividade e praticidade. A partir de então, fiz duas conexões: a
primeira com o ukulele, que representa, para mim, uma forma de arte, ou uma
possibilidade de me aproximar mais de representações artísticas; o segundo
objeto no qual fiz conexão foi a bolsa, um item fácil de levar para qualquer
lugar, e bem prático, uma vez que uma de suas funções é carregar outros
objetos. Enquanto pensava sobre as ligações que fiz, pude perceber que foi
estabelecida uma relação finalista nas minhas escolhas, por ter feito uma
análise superficial, considerando apenas suas funções básicas e mais comuns.
Assim, comecei a refletir sobre outras representações que tais objetos poderiam
assumir. Meu tablet pode ser um símbolo de desconexão, uma vez que descarregue
ou que esteja fora de rede; o ukulele pode se tornar um objeto de decoração, ao
invés de ser utilizado como instrumento musical; a bolsa pode ficar dentro de
um armário, pode ser usada para guardar apetrechos. Dessa forma, pude concluir
que esses objetos vão além de minhas impressões iniciais, que se baseavam
apenas nas relações causais e finalistas. De acordo com o acaso, eles se
adaptam, funcionam de forma diferente conforme com as circunstâncias. Assim,
eles nunca estão determinados, limitados a uma função específica, mas estão a
mercê do acaso, com base na lógica programática.
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